13 de dez de 2014

Estrelas: a origem da vida


As estrelas. Os gigantes cosmos que nos cercam e estão em todo o universo. São as elas que iluminam o nosso universo e fazem o nosso planeta funcionar.
Estes cosmos estão em nascendo em todo parte do universo, através de explosões assustadoras compostas de gravidade e matéria.
Estes corpos nos mostram a origem do nosso universo, e criam a matéria básica de tudo que existe no universo, assim representando a origem da vida.

Como nasce uma estrela?


Estes cosmos possuem um processo padrão de nascimento, todas elas têm sua origem em uma nuvem de gás e poeira chamada nebulosa. As nebulosas estão por toda parte do universo, tomando formas de encher os olhos.
Nebulosa de Orion
As nebulosas são como berçários de estrelas, milhões de estrelas nascem lá. Para nascer uma estrela é preciso gravidade, hidrogênio e tempo. A gravidade faz com que a poeira e o gás sejam jogados para um redemoinho gigantesco, uma espécie de um disco. Assim que o gás e a poeira são comprimidos pela gravidade elas se aquecem. Esse processo dura milhões de anos e só foi possível observar isso graças ao lançamento do telescópio espacial Spitzer. Graças a ele foi possível enxergar os lugares mais escuros de uma nebulosa.

Como elas vivem?


As estrelas liberam grandes quantidades de calor e luz durante bilhões de anos. Para sustentar isso é preciso
um combustível. Durante anos ninguém soube o qual era esse tal combustível, até que Albert Einstein provou com sua teoria que as estrelas utilizavam a energia dentro dos átomos. A gravidade comprimi os átomos de tal forma que libere energia, isso se chama fusão nuclear, e essa energia é o combustível para as estrelas.
Como as estrelas possuem átomos de hidrogênio e hélio, eles passam a ser os átomos que serão comprimidos para liberar tal energia. As estrelas usam primeiramente o hidrogênio para fazer a fusão, e quando o hidrogênio acaba, elas usam o hélio.

O fim de um gigante


O hélio e hidrogênio presentes nas estrelas são esgotáveis. As estrelas vão consumindo estes elementos ao
longo de sua vida até que ele se esgote, ou seja, até que todo o hidrogênio tenha sido consumido. Quando isso ocorre a estrela morre, dependendo do seu tamanho, a estrela pode ou não se transformar em uma supernova. Isso vai depender de seu tamanho.
Supernova de Tycho

Para que ao acabar o hidrogênio a estrela se transforme em uma supernova, ela deve ter uma massa bem
maior que o sol, por exemplo. Quando isso ocorre, ela começa a transformar o hélio em carbono através da fusão. É o mesmo que ocorre com outras estrelas menores, só que em uma estrela tão grande a massa é suficiente para fundir o carbono em elementos mais pesados como o enxofre e o ferro. O núcleo fica então tão denso que não consegue mais suportar o próprio peso e desaba, liberando tanta energia que a estrela se despedaça. É o fenômeno conhecido como supernova. Se a estrela que morreu for aproximadamente trinta vezes maior que o sol então, ela formará um buraco negro.

Os gigantes luminosos


Se você acha que o sol é a maior estrela do universo, você se enganou. Nosso universo é composto por estrelas muito maiores do que o sol, agora que você já entendeu o que é uma estrela, confira a lista das maiores estrelas do universo.

VY Canis Majoris e o Sol 


1º - VY Canis Majoris: também conhecida como VY Cma, essa hipergigante possui um brilho avermelhado, sendo 2.100 vezes maior que o Sol em diâmetro. Para se ter ideia de sua magnitude, dentro dela caberia quase três bilhões de planetas iguais à Terra. Sua localização aparente está na constelação de Cão Maior. A VY Cma está morrendo e vem depositando sua massa em uma galáxia próxima a ela.

2º - WOH G64: é outra hipergigante vermelha e possui um diâmetro correspondente a 2.000 sóis. Sua posição aparente está na Grande Nuvem de Magalhães.

3º - V354 Cephei: essa estrela está classificada na categoria de supergigante e também possui um aspecto avermelhado, localizando-se na Via Láctea a cerca de 9.000 anos-luz de distância da Terra. Seu diâmetro é 1.520 vezes maior que o do Sol.

No entanto, é preciso considerar que essa grandeza é em termos de diâmetro, mas não necessariamente em massa ou luminosidade.

Em termos de massa, o recorde atual pertence à estrela R136a1. Descoberta recentemente pelos cientistas, ela possui uma extrema densidade e está localizada na Nebulosa de Tarântula. Sua massa é 265 vezes maior que a do Sol e seu diâmetro, 15 vezes maior. Encontra-se a 165.000 anos-luz de distância da Terra.

Se considerarmos, no entanto, o quesito luminosidade – isto é, o brilho real que as estrelas possuem, e não o brilho aparente –, a liderança fica com a estrela LBV 1806-20, que é 38 milhões de vezes mais brilhante que o sol.

Essas classificações, no entanto, podem sofrer alterações nos próximos anos, haja vista que elas são baseadas apenas no universo conhecido pelo homem, que é uma porção muito pequena em comparação ao universo em seu tamanho real, que se encontra em rápida e constante expansão.


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